terça-feira, 21 de abril de 2015

O Telescópio Espacial Hubble Faz 25 Anos e Para Celebrar Esta Marca Selecionamos 25 Imagens Icônicas Capturadas Por Ele [25 Imagens]

O Telescópio Espacial Hubble completa no dia 24 deste mês, 25 anos de idade e para celebrar o aniversário deste equipamento revolucionário, que mudou radicalmente a forma como vemos o Universo, vamos fazer uma pequena retrospectiva, revendo algumas das imagens mais icônicas capturadas pelas lentes deste magnífico aparato.
Hipernovas: O Telescópio Espacial Hubble Faz 25 Anos e Para Celebrar Esta Marca Selecionamos 25 Imagens Icônicas Capturadas Por Ele [25 Imagens]


Esta imagem é do aglomerado estelar chamado de R136, com apenas alguns milhões de anos de idade, está situado na nebulosa Doradus 30. A nebulosa é uma turbulenta região de formação estelar na Grande Nuvem de Magalhães - Uma galáxia satélite da nossa Via-Láctea. Algumas destas estrelas azuis visíveis na imagem são até 100 vezes mais massivas que nosso Sol e estão destinadas a explodirem como supernovas dentro de apenas alguns milhões de anos.

Uma vista detalhada do que sobrou da explosão de supernova conhecida como Cassiopeia A. Cassiopeia A é a supernova mais recente (a qual temos conhecimento) ocorrida na nossa galáxia.

Um dos maiores mosaicos já montados com imagens individuas fornecidas pelo Hubble mostram a maravilhosa galáxia do Sombrero. Esta galáxia aparece nos céus com um tamanho igual a um quinto do tamanho aparente da Lua cheia, mas é muito fraca para ser vista a olho nu.

A atmosfera de Júpiter é cheia de tempestades e dominada pelo lendário anticiclone Grande Mancha Vermelha (GMV). A GMV está em atividade há centenas de anos e era tão grande que três planetas Terra caberiam dentro dela. No entanto, com novas medições do Hubble, ficou determinado que a GMV é atualmente do tamanho da Terra, mas ainda assim, a maior tempestade do Sistema Solar.

Estas estrelas azuis brilhantes recém formadas estão cavando uma estrutura esférica no centro de uma região formadora de estrelas na galáxia vizinha Pequena Nuvem de Magalhães. A radiação e fortes ventos gerados por estas estrelas sopram para longe o gás presente no local.

Esta é a NGC 7049, na constelação Indus, localizada nos céus do sul. As listras escuras são linhas de gás e poeira, obscurecidas pelo brilho de bilhões de estrelas localizadas no halo galáctico.

Esta é a nebulosa do Anel, uma estrutura de gás que envolve uma estrela parecida com o Sol, no final de sua vida. Imagens como esta, obtidas pelo Hubble, ajudaram astrônomos a construir um modelo tri-dimensional de como se desenvolvem as nebulosas planetárias.

Um trânsito raro de acontecer quando a maior lua do planeta dos anéis, a saber; Titã projeta uma sombra bem ao polo norte de Saturno. Abaixo de Titã, mais à esquerda, está Mimas projetando uma sombra menor no equador de saturno. Mais à esquerda na imagem, estão a brilhante lua Dione e a quase imperceptível Encélado.

Esta é Messier 92, está localizada ao norte da constelação de Hércules e compreende uma imensa esfera formada por milhares de estrelas, que orbita o centro galáctico como um satélite. É um dos mais antigos e brilhantes aglomerados globulares da Via-Láctea, contendo cerca de 330.000 estrelas.

Em 2002, esta estrela, V838 Monocerotis, passou a brilhar muito por algumas semanas. As imagens capturadas pelo Hubble revelaram um efeito conhecido como "Eco de Luz" que trouxe aos nossos olhos, nunca antes vistas, estruturas de poeira em torno da estrela.

Dorados 30 é a região de formação estelar mais brilhante da nossa vizinhança galáctica e casa das estrelas mais massivas já vistas. Nenhuma região formadora de estrelas é tão grande e ativa quanto a Dorados 30.

Um par de galáxias interagindo gravitacionalmente chamado Arp 273. A galáxia maior, chamada UGC 1810 aparece distorcida em forma de rosa por forças de maré geradas pela galáxia companheira localizada logo abaixo conhecida como UGC 1813.

A nebulosa da Cabeça do Macaco é uma região formadora de estrelas localizada a 6.400 anos-luz de distância. Esta imagem captura a luz ultravioleta oriunda de grandes estrelas recém formadas está esculpindo grandes pilares de gás e poeira.

Esta foto é da NGC 1300, considerada uma galáxia espiral barrada. Espirais barradas não exibem braços que vão até o centro galáctico, ao invés disso, os braços são conectados por uma barra de estrelas que atravessa o núcleo de tais galáxias.

Esta imagem da nebulosa Carina, à mostra com níveis de detalhes surpreendentes. Esta é uma região do espaço onde estrelas massivas se formam à taxas elevadas e a luz ultravioleta destas novas estrelas ajudam a colorir esta incrível visão.

Estes são os Pilares da Criação fotografados pelo Hubble em 1995. A foto revelou detalhes nunca vistos destas três grandes colunas de gás esculpidas pela pela radiação ultravioleta gerada por massivas e jovens estrelas que fazem parte da nebulosa da Águia, ou M16.

Este é o Quinteto de Stephan, localizado na constelação do Pegasus. É um grupo de 5 galáxias, das quais 4 formam um dos mais compactos grupos de galáxias já observados.

Esta é a nebulosa do Olho de Gato. Formalmente catalogada como NGC 6543, é uma das estruturas mais complexas já observadas pelo Hubble.

Esta é a galáxia apelidada como "Redemoinho" por conta de sua notável estrutura em espiral. Estrelas jovens e quentes povoam seus braços espirais, enquanto seu núcleo amarelado abriga estrelas mais velhas.

Chamada de SNR 0509-675, esta delicada estrutura de gás em forma de bolha é o resultado de uma potente explosão de supernova na nossa galáxia satélite, Grande Nuvem de Magalhães, que orbita a Via-Láctea a cerca de 160.000 anos-luz de distância. A estrutura tem cerca de 23 anos-luz de extensão e está se expandindo a cerca de 5.000 Km por segundo.

Esta imagem obtida pelo Hubble mostra RS Puppis, um tipo de estrela conhecida como cefeida variável. Pode-se notar um efeito de eco de luz que acontece quando a luz da estrela reflete na poeira que circunda a estrela.

O aglomerado globular Prismis 24 está localizado no coração da grande nebulosa de emissão NGC 6357. As estrelas mais azuis são as mais quentes e parte da nebulosa está sendo ionizada por elas. A luz ultravioleta irradiada pelas estrelas jovens aquece o gás que as envolve, originando o brilho característico.

Astrônomos apontaram o Hubble para uma região do espaço que aparentemente era vazia de galáxias e se surpreenderam ao ver que ao invés de vazia, estava lotada de galáxias.

Esta região da nebulosa Carina é conhecida como "Montanha Mística". Nesta imagem composta, podemos ver a caótica atividade no topo do pilar de gás de cerca de 3 anos-luz que está sendo iluminado pela luz de estrelas próximas brilhantes. Jatos de gás também são disparados pela intensa atividade de estrelas recém-nascidas.

Este mosaico, composto por 24 fotos obtidas pelo Hubble é uma das maiores imagens obtidas por ele. É a foto da nebulosa do Caranguejo com a maior resolução disponível até hoje. A nebulosa do Caranguejo mede cerca de 6 anos-luz, resultado da explosão de uma brilhante supernova que explodiu em 1054. Foi muito bem observada na época e era tão brilhante que foi facilmente observada mesmo de dia durante 23 dias.