quinta-feira, 7 de maio de 2015

Se Alienígenas Estivessem Nos Espiando à Partir de Uma Base Secreta na Lua Nós Seríamos Capazes de Detectá-los? [Artigo]

Uma coisa é certa: Quaisquer civilizações capazes de fazer viagens interestelares seriam civilizações de "Tipo II" ou no mínimo, "Tipo I" quase chegando ao Tipo II. Note que nós, os humanos sequer somos uma civilização de Tipo I. Somos classificados neste momento como uma civilização de tipo 0,7 a 0,72. Para saber mais sobre civilizações, leia a Escala Kardashev (em inglês).

Note que qualquer civilização capaz de fazer viagens interestelares estaria algumas dezenas ou mesmo centenas de milhares de anos à nossa frente, tecnologicamente falando.
Hipernovas: Se Alienígenas Estivessem Nos Espiando à Partir de Uma Base Secreta na Lua Nós Seríamos Capazes de Detectá-los? [Artigo]


O famoso físico teórico Michio Kaku sugere que a raça humana poderá chegar ao status de civilização Tipo I entre 100 a 200 anos no futuro; Tipo II em alguns milhares de anos e Tipo III entre 100.000 a 1.000.000 de anos.

Com tamanho grau tecnológico, um integrante de tal civilização poderia olhar direto em nossas faces sem que sequer percebêssemos que há alguém na nossa frente. Difícil de acreditar? Vamos lá:

Um ser humano desprovido de equipamentos só é capaz de ver coisas que emitem ou refletem ondas eletromagnéticas com frequência entre 400 a 700 Nm. Nós só escutamos sons cuja frequência se situa entre 20 até 20.000 Hz. Fora destas especificações, o Universo é totalmente invisível e silencioso para nós.

Uma civilização Tipo I avançada ou Tipo II, seria capaz de manipular tecnologias que para nós se pareceriam como pura mágica, assim como, se pudéssemos voltar no tempo até 2.000 antes de Cristo, por exemplo, e mostrássemos um celular a um egípcio, ele certamente nos consideraria seres místicos, se prostraria aos nossos pés, e nos adoraria como deuses.

Então, se houvesse aliens nos observando à partir de algum lugar secreto, seja na Lua, em Marte, ou mesmo aqui na Terra e se eles não quisessem ser descobertos, a resposta seria: Não, nós não seríamos capazes de detectá-los.
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